A Redação
São Paulo - O turfe é um dos atrativos no Jockey Club de São Paulo. Várias pessoas visitam o espaço para assistir as corridas e apostar nos cavalos. Mas o turfe nem sempre esteve presente em São Paulo. Por isso, o jornal A Redação recuperou parte da história deste esporte no Brasil.
O jovem Raphael Paes de Barros, filho do barão de Itú e neto do barão de Iguape, foi à Inglaterra para estudar. Quando volta ao Brasil, ele está apaixonado pelas corridas de cavalo, esporte que vivia seu auge na Europa. Junto com Antônio da Silva Prado, funda o Club de Corridas Paulistano, em 14 de março de 1875, que, em 1941, se tornaria o Jockey Club de São Paulo, com o novo hipódromo inaugurado na Cidade Jardim.
No início, eram apenas 73 sócios e um capital de 9 contos e 90 mil réis. Ao longo do tempo, o número foi aumentando, chegando a 5 mil sócios. As arquibancadas comportavam 1,2 mil pessoas. Na primeira corrida no local, realizada em 29 de outubro de 1876, apenas dois cavalos inscritos, Macaco e Republicano.
Restauro
Além dos cuidados com os cavalos, o Jockey Club de São Paulo passa por processos de restauro realizado pela Elysium Sociedade Cultural.
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